terça-feira, 28 janeiro 2020
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Há outra maioria política no país e em Alcobaça!

Passemos à acção!
 
As eleições de 4 de outubro de 2015 expressaram uma clara condenação do governo PSD/CDS e da sua política. Há  uma base institucional para outras soluções governativas que impeçam PSD/CDS de formar governo e prosseguir a sua política de desastre, exploração e empobrecimento. Estamos em dias novos, em que a CDU rejeitou na AR o programa de um governo PSD/CDS e confirmou que há vida nova na esquerda parlamentar, que dão confiança, num acordo PS/BE/CDU, para concretizar uma acção política que acabe com a austeridade.
A CDU TEM SOLUÇÕES PARA ALCOBAÇA, PARA A REGIÃO E PARA O PAÍS.
AGRADECEMOS QUE O DEPUTADO MIGUEL TIAGO LEVE À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
alguns exemplos do que defendemos a nível do nosso município de Alcobaça e que precisamos para a concretização de uma nova política maioritária de esquerda: 
1.A Câmara tem uma preocupante situação da dívida a pagar à CGD por causa dos Centros Escolares da Benedita e de Alcobaça e do Pavilhão de Évora, ainda por funcionar! A gestão danosa arrasta-se e indica o número de 66M€! Nem 1 cêntimo de apoio financeiro. Perdemos os apoios para os Centros Escolares, bem necessários, de Alfeizerão e Turquel. Nos últimos meses sabemos que o governo PSD.CDS vai “dar” pequenos apoios para os 4 Centros Escolares anunciados desde 1998: Alfeizerão, Cela, Pataias e Turquel. O que ainda não fomos informados é de quanto é para cada um? Uma ninharia? Esperamos novidades do futuro governo PS, com apoio do BE e da CDU.
1.1. Não podemos esquecer o caso do ECBenedita…PSócrates tratou mal a questão do Cooperativo e do Privado. Mas Passos.Portas ainda foi pior…Urge que o Grupo parlamentar do PCP separe bem as águas do ensino cooperativo do ensino privado!!!
2. Desde 2009, com o governo PS, e depois com o governo PSD.CDS a situação nacional agravou-se, a Câmara e os SM perderam 79 trabalhadores! Menos 79 famílias que deixaram de ter receita. Os outsourcing’s cresceram e não são solução para a CDU. Nós queremos que haja pleno emprego e estabilidade para os jovens poderem planear a sua vida em Alcobaça. Esta falta de liberdade dos municípios poderem contratar da acordo com as suas necessidades tem de acabar
3. Estamos na CDU, com câmaras PS e alguns autarcas PSD (Fernando Costa) contra a privatização da Valorsul. Temos de alterar esta decisão do governo de direita.O custo do tratamento do lixo baixou, extraordinariamente, para os 19€xtonelada, mas os munícipes continuam sem usufruir dessa situação.
4. Na agricultura há que parar a invasão dos eucaliptos que o governo de direita permitiu para satisfazer o negócio das celuloses. Também não podemos ignorar que PSD.CDS pararam um financiamento de 10 milhões de euros para o regadio da Cela e Bárrio. Não nos contentamos com nova candidatura. Urge ter memória. Para onde foram os 10 M€ que a ministra CDS interrompeu em 2011??? Também não esquecemos a falta de resposta dos Ministros PS.PSD:CDS em relação ao espaço para relvado sintético há tanto ano em pousio na Estação nacional Fruteira…A tal que tem uma belíssima exposição a Joaquim Vieira Natividade. Não podemos continuar com esta vergonha para Alcobaça em relação à concretização do Museu Vieira Natividade para o qual a família Vieira Natividade deu espólio e casa!
5. A Fundação Nossa Senhora da Conceição (E.Superior), grande aposta do PSD está moribunda. O PSD.CDS fez uma lei contra as Fundações e foram 4 anos perdidos na frente da Investigação e do Superior para o nosso concelho. Mais um sinal de péssima governação da direita que tem de ser rapidamente corrigida.
6. A Área de Localização Empresarial da Benedita e a Zona Industrial de Pataias não dão 1 passo, nem avançam. O PSD local e o PSD.CDS nacionais estão a fazer atrasar 17 anos, a vida de tantos micro.pequenos.médios empresários, cheios de iniciativa, que querem montar as suas empresas na Benedita. O mais extraordinário ao fim destes anos todos: é anunciado, só agora, o estudo geológico do terreno da Quinta da Serra! Há que imprimir com imaginação outra solução para esta propriedade municpal que custou demasiado e que tarda ser potenciada.
7. Um Festival de Anúncios do PSD de Alcobaça e do governo PSD.CDS que continuam sem se concretizar: Intervenção de alargamento na EN-8.6 tão necessária para as freguesias da Benedita, Turquel e Évora; Mata do Vimeiro; Centro de Investigação na área da Fruticultura; USFBenedita; Hotel no claustro do Rachadouro, Museu da Língua Portuguesa; Jardim do Obelisco; Central e Açude da ex- Fiação e outras à Beira-Rio; Golfes de Pataias e São Martinho do Porto.
8. Voltámos a encontrar a preocupante situação da necessidade de substituição e remodelação das redes de água, em fase final de vida útil. O governo PSD.CDS não apoia os municípios para estas questões essenciais. 2014 foi o ano com menor investimento neste importante sector (apenas meio milhão de euros).
9. Há 25% de território que precisa de saneamento e que merece um programa especial. As promessas de há tantos anos: Ribeira do Pereiro, Valado St. Quitéria. O governo PSD.CDS acha que não deve apoiar estas obras tão essenciais!
10. A “ÁGUAS DO OESTE” é um sorvedouro de recursos municipais de Alcobaça. Nos SM há o antes e há o depois desta empresa, que agora foi absorvida por 1 mega sistema municipal. Se não houver alteração política nacional que passe a ser soberana e patriótica, bem sabemos, se destinar, mais tarde ou mais cedo à privatização. O pagamento do tratamento da água da chuva (a rede dos pluviais só cresceu 270 m em 2014). O custo do tratamento dos efluentes domésticos nas nossas ex-ETAR’s. O ruinoso contrato do fornecimento da Água em Alta: 9,2 milhões de euros reclamados pela empresa que já nos suga tanto valor de Alcobaça.
11. Linha do Oeste. Não podemos ignorar a luta em defesa desta ferrovia que levou a que este governo PSD.CDS recuasse no projecto de acabar com passageiros para norte da nossa região.
12. Turismo é uma frente essencial para o nosso concelho e para o país. Mas qual é o concelho neste país que tem este centro histórico com 2/3 do Mosteiro em ruínas há tanto ano de governo PS.PSD.CDS? Ou como se encontra o farol de São martinho do Porto…Ou o Castelo de Alcobaça…Vergonhas em cima de vergonhas que devem ser atribuídos aso políticos locais e nacionais deste centrão de partidos que não lutam por Alcobaça.
13. Finalmente, nas soluções locais e nacionais temos propostas sobre o Mosteiro de Alcobaça que queremos centro vivo da cidade, do concelho, da região e do importante mundo de Cister.
 
    No local e no nacional a CDU tem soluções, somos alternativa. Há outra maioria política no país e em Alcobaça!
Passemos à acção!
A CDU de Alcobaça
No jantar de 3 dez2015
Com o deputado Miguel Tiago
 

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Levar o mar até ao voto

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Apresentação dos Compromissos da CDU para Leiria

mimo CDU

Uma política patriótica e de esquerda. 
 
Soluções para o distrito de Leiria.
 
A FORÇA DO POVO POR UM PORTUGAL COM FUTURO
 
Portugal não está condenado ao declínio para o qual tem sido arrastado pela mão de sucessivos governos de PS, PSD e CDS ao longo das últimas décadas. Não é com aqueles que conduziram o País e a vida dos portugueses à situação em que se encontram que pode haver solução para os problemas nacionais por mais falsas promessas que uns e outros repitam.
 
Há uma política alternativa, patriótica e de esquerda capaz de dar resposta aos principais problemas do País e às aspirações dos trabalhadores e do povo. Uma política que inverta o rumo de injustiças, desigualdades e exploração, e que inscreva como objectivos a elevação das condições de vida, dos salários, pensões e apoios sociais, o crescimento económico e o emprego, a valorização da produção nacional, a concretização dos direitos sociais. Uma política de defesa do Serviço Nacional de Saúde, da Escola Pública, da Segurança Social, do direito à cultura. Uma política fiscal que desagrave a carga sobre os rendimentos dos trabalhadores e das micro, pequenas e médias empresas e tribute fortemente os rendimentos e o património do grande capital, os lucros e a especulação financeira. Uma política em defesa do regime democrático e de combate à corrupção. Uma política que assuma a necessidade da renegociação da dívida e recupere para o controlo público as empresas e sectores estratégicos. Uma política que, sem hesitações, coloque os interesses de Portugal e do povo à frente da submissão ao Euro, da União Europeia e do capital monopolista, que afirme o direito do País a um desenvolvimento soberano.
Uma política que apresenta soluções para uma vida melhor, num Portugal com futuro. 
 
Está nas mãos de cada um dar mais força à exigência de um outro caminho para o distrito de Leiria e para Portugal. Está nas mãos de cada um contribuir não só para confirmar a derrota da coligação PSD/CDS como também contribuir para a derrota da política de direita. 
 
Está nas mãos de todos e de cada um dar mais força à CDU, dar mais força a quem esteve e estará sempre ao lado dos trabalhadores e do povo, a quem não trai o voto que lhe é confiado, a quem é reconhecido pelo seu trabalho, honestidade e competência. Cada voto a mais na CDU, cada deputado a mais eleito pela CDU é um voto a menos e um deputado a menos naqueles partidos que são responsáveis por esta política que nos últimos 39 anos tem roubado direitos e rendimentos. Com toda a confiança, dia 4 de Outubro, o voto que conta para uma vida melhor é na CDU – Coligação Democrática Unitária – PCP-PEV. 
 
 
 
 
COMPROMISSOS ELEITORAIS DOS CANDIDATOS DA CDU PELO
 DISTRITO DE LEIRIA
 
I – LUTAR PELO REFORÇO DO INVESTIMENTO PÚBLICO, NACIONAL E COMUNITÁRIO, NA SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS DO DISTRITO PARA A PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL COM COESÃO.
 
No distrito de Leiria, arrastam-se há muito problemas nos mais diversos domínios, nomeadamente, nas áreas da saúde, dos transportes, do ambiente, da educação e dos sectores da economia regional que urge resolver. 
 
Problemas que exigem o reforço do investimento que tem sido sistematicamente negado, deixando Leiria num lugar subalterno no conjunto do investimento nacional. 
 
Defesa da descentralização das políticas de desenvolvimento regional, através de Poder Regional com Regionalização, garantindo na sua definição a audição das populações e da sua vontade.
 
Elaboração de um Plano Integrado de Desenvolvimento, com a participação dos municípios e dos agentes económicos, sociais e culturais do Distrito.
 
II – PROMOVER O TRABALHO COM DIREITOS E O EMPREGO DE QUALIDADE E O DIREITO A UMA REFORMA DIGNA
 
Valorizar o trabalho e os trabalhadores nomeadamente por via do aumento dos salários, do emprego estável, de qualidade e com direitos e de uma política fiscal socialmente justa. Combater o modelo de desenvolvimento assente nos baixos salários, na precariedade e no ataque aos direitos laborais.
 
Lutar pela imediata e integral reposição dos rendimentos e direitos retirados aos trabalhadores e reformados dos sectores público e privado, impostos pelo Pacto de Agressão das troikas nacional e estrangeira.  
 
III – VALORIZAR A ECONOMIA REGIONAL E CRIAÇÃO DE EMPREGO
 
Lutar por medidas de apoio às indústrias instaladas para promoção da sua contínua modernização, inovação nos métodos e processos de produção, comercialização, organização e gestão.
 
Apoiar a criação ou revitalização de zonas industriais de pequena e média dimensão tendo em vista a criação de riqueza e emprego nas zonas deprimidas.
 
Dar uma particular atenção ao problema da distribuição da energia eléctrica com qualidade e sem falhas e aos custos dos factores de produção.
 
Defender medidas de desenvolvimento da agricultura regional com o reforço do investimento público, dirigidas aos pequenos e médios agricultores e à concretização de obras públicas, designadamente hidroagrícolas e de produção de bio-gás, promovendo novos regadios e recuperando os existentes, visando a melhoria da competitividade da agricultura regional.
 
Salvaguarda e revitalização da floresta regional com o lançamento de planos de reflorestação, com prioridade a espécies autóctones visando uma floresta de fins múltiplos.
 
Apoiar as pescas regionais e a sua modernização, nomeadamente a frota do cerco, em articulação com o desenvolvimento da indústria conserveira.  
 
Lutar pela garantia de todos os combustíveis, inclusive a gasolina, a custo bonificado para todos os segmentos da frota pesqueira. 
 
Melhorar as condições das estruturas portuárias de apoio à pesca.
 
Lutar por compensações aos profissionais da pesca em casos de paragem biológica.
 
Promover as condições para o desenvolvimento do potencial da restante economia do mar.
 
Defender o pequeno comércio e os seus trabalhadores, nomeadamente no acesso ao crédito, nos horários de funcionamento e no reforço dos incentivos financeiros para modernização do comércio tradicional.
 
Lutar pelo desenvolvimento turístico integrado e coerente que harmonize as diversas componentes, que respeite a natureza e o património construído do Distrito.
 
Reivindicar e apoiar o desenvolvimento de um sistema regional de Ciência e Tecnologia, com forte componente de actividades de I&D, articulando a rede do ensino superior, as empresas e centros tecnológicos existentes e a criar. 
 
IV – AGIR NA DEFESA E MELHORAMENTO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS
 
Na saúde:
 
Lutar pelo melhoramento e modernização da rede hospitalar, nomeadamente por via da concretização do projecto do novo Hospital Oeste-Norte e garantir o funcionamento do serviço de urgência básico, durante as 24 horas, no Hospital de Peniche.
 
Garantir o preenchimento dos quadros médicos e outros técnicos de saúde nos cuidados hospitalares e nos centros de saúde de modo a suprir a falta de médicos de família.
 
Defesa da requalificação da Urgência do Hospital de Santo André com a sua passagem a urgência polivalente. 
 
Manter o Hospital Termal das Caldas da Rainha como unidade do SNS ao serviço das populações.  
 
Desenvolvimento de serviços médicos domiciliários de apoio aos idosos e deficientes em cooperação com a Segurança Social.
 
Na Educação:
 
Pôr fim à destruição e privatização da Escola Pública, à sua municipalização e ao encerramento administrativo de escolas.
 
Defesa do aumento dos recursos humanos e materiais imprescindíveis a uma escola pública de qualidade que efectivamente garanta o acesso e sucesso educativos dos alunos e o combate ao abandono escolar.
 
Criação da universidade pública em Leiria admitindo a possibilidade da sua evolução a partir do Instituto Politécnico de Leiria.
 
 
V – ASSEGURAR O DIREITO AO AMBIENTE E À QUALIDADE DE VIDA
Classificação da Lagoa de Óbidos como paisagem protegida de âmbito regional, promover o seu desassoreamento e despoluição.
 
Continuar a luta pela despoluição efectiva da Bacia Hidrográfica do Lis com o apoio a programas de despoluição agro-pecuária.
 
Protecção dos aquíferos, promovendo a despoluição dos sistemas hidrográficos do distrito.
 
Cumprimento dos Planos de Ordenamento da Orla Costeira, no que diz respeito a definições das linhas de costa. 
Protecção da Reserva Natural da Berlenga – Reserva Mundial da Biosfera da UNESCO.
 
Defesa e dinamização do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros.
 
Promoção de programas de requalificação paisagística e ambiental das pedreiras e outras zonas de exploração de inertes desactivadas, nomeadamente no Parque Natural da Serra D’Aire e Candeeiros, na Serra do Sicó, na Maceira (Leiria) e no Planalto das Cezaredas.
 
Conservação e valorização da Mata Nacional de Leiria, salvaguardando a sua gestão pública.
Reavaliação do projecto PIN no Bom Sucesso (Óbidos) com a reconsideração dos seus impactos negativos, nomeadamente ambientais na mata atlântica e na zona pré-dunar. 
Protecção e eventual classificação do aglomerado de arenito do Penedo Furado, na Foz do Arelho, bem como do perímetro do Paúl de Tornada. 
 
 
VI – DESENVOLVER E MODERNIZAR O SISTEMA DE TRANSPORTES REGIONAL
 
Defender e valorizar o caminho-de-ferro como uma das componentes estruturantes de um sistema público de transportes na região.
 
Defesa da requalificação e modernização da Linha do Oeste e ligação eficaz desta à linha do Norte.
 
Dar particular atenção ao melhoramento da mobilidade com segurança no IC2 (EN1) com a rectificação e duplicação de alguns troços da via.
 
Melhorar a mobilidade e as condições de circulação nas estradas nacionais e regionais no distrito alternativas às auto-estradas, nomeadamente na EN 242. 
 
Continuar a luta pela extinção de portagens no IC36, na A19, A15 e A8.
 
 Construção do IC-11, entre Peniche e Torres Vedras.
 
Construção de um nó de ligação entre o IC9 e a A1 em Santa Catarina da Serra.
 
Apoiar a instalação de uma infra-estrutura aeroportuária civil, com o aproveitamento da BA-5, em Monte Real.
 
VII – VALORIZAR A CULTURA E O PATRIMÓNIO REGIONAIS 
 
A CDU bate-se por 1% do Orçamento Geral do Estado para a Cultura, de forma a garantir um imprescindível Serviço Público estruturante num sector confrontado com as concepções de crescente mercantilização introduzidas pelo governo.
Assim, defendemos: 
- Expansão da rede museológica regional e o reforço do trabalho de conservação e restauro do património construído, nomeadamente a reabilitação e valorização do Mosteiro da Batalha, do Convento de Cós, da Igreja de S. Gião e da rede distrital de castelos.
- Reversão da dimensão excessiva do projecto de instalação duma unidade hoteleira no complexo arquitectónico do Mosteiro de Alcobaça, acomodando-a, de forma mais contida, a um edifício classificado pela Unesco como Património Mundial da Humanidade.
- Defesa do funcionamento do Centro de Interpretação do Mosteiro da Batalha.
- Lutar contra qualquer tentativa de municipalização do Museu José Malhoa nas Caldas da Rainha.
- Reforço dos apoios às entidades de de criação artística, às instituições culturais, ao associativismo bem como duma política de Juventude.
 
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Está nas mãos de todos e de cada um eleger uma deputada da CDU pelo distrito de Leiria, uma defensora incansável dos interesses dos trabalhadores e das populações e do desenvolvimento do distrito.
 
Com toda a confiança, dia 4 de Outubro, o voto que conta para uma vida melhor é na CDU - Coligação Democrática Unitária – PCP-PEV.
 

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O nosso primeiro compromisso é com povo da Marinha Grande

A pretensão do Sr. Presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande (CMMG) quanto ao encerramento administrativo de escolas no Pilado, Garcia, Albergaria, Pedrulheira, Amieira e Picassinos, sob pretexto de construção de um centro educativo, trouxe à tona a forma pouco honesta como o PS encarou o compromisso firmado com a CDU para a gestão da autarquia. 
Álvaro Pereira usou da sua condição de Presidente da CMMG para desencadear este processo, no momento em que a vereadora do pelouro da educação se encontrava de férias. Chamada a interromper as férias, Alexandra Dengucho regressa à CMMG e é confrontada com um conjunto de directivas, sendo nesse momento que toma conhecimento de que a intenção de construir o centro escolar implicava o encerramento de um conjunto de escolas do agrupamento nascente.
Os vereadores da CDU informaram o Sr. Presidente da CMMG sobre a posição da CDU contra o encerramento de escolas de proximidade e alertaram inúmeras vezes para a necessidade de desencadear um processo de reflexão e discussão alargado junto dos vários actores da comunidade escolar, tratando a questão com a seriedade e espirito democrático que merece. 
Apesar das sucessivas tentativas de excluir a CDU e a vereadora da educação deste processo, nunca nos alheamos das nossas responsabilidades. Responsabilidades que assumimos com as populações da Marinha Grande. 
Importa esclarecer que partiu da CDU a iniciativa de auscultar a comunidade escolar. Os vereadores da CDU não ficaram fechados em gabinetes enquanto o Sr. Presidente procurava a todo o custo avançar com o encerramento de escolas de proximidade e com a construção do Centro Escolar. Mais, quando o PS correu para as páginas do Jornal da Marinha Grande (JMG) afirmando que “a câmara socialista estará sempre disponível para dialogar com a comunidade” (Cf. JMG, 30.07.2015, p.4), mentiu. Todo o processo de auscultação da Direcção do Agrupamento, das associações de pais e encarregados de educação e demais comunidade escolar, partiu e foi conduzido pela CDU. Assim e para que não restem dúvidas, o Sr. Presidente teve conhecimento da preocupação e discordância que pais, encarregados de educação, directores do agrupamento, professores e auxiliares, transmitiram à vereadora da educação relativamente ao encerramento de escolas e ainda assim, teimou em avançar com a medida.
Contrariamente ao que foi afirmado em comunicado pelo PS, a CDU tem tentado reunir-se com o PS desde Fevereiro, mas sem sucesso. Para além disso, o Sr. Presidente quando solicitado pela vereadora Alexandra Dengucho a realização de uma reunião para debater a questão do encerramento de escolas, mostrou-se indisponivel.
Quando o PS acusa a CDU de desonestidade, esquece-se que era do conhecimento do Sr. Presidente que caso não houvesse disponibilidade para reunir e discutir seriamente o tema, a CDU se pronunciaria publicamente sobre esta questão, prestando os devidos esclarecimentos às populações e alertando a comunidade escolar da intenção de Álvaro Pereira e do PS de encerrar escolas de proximidade.
Esta decisão que teimosamente procura impor, traçada à revelia dos vereadores da CDU, sem ter em conta as opiniões da população e negligenciando o debate que a comunidade escolar tem desenvolvido em torno desta questão é, para a CDU demonstrativa de que o PS não só não respeita o compromisso firmado com a CDU, como despreza a vontade da comunidade escolar e das populações.
Segundo Álvaro Pereira, a construção do Centro Escolar na Marinha Grande foi um dos compromissos eleitorais do PS. Contudo, o que o PS omitiu no seu programa eleitoral é que a construção do Centro custaria aos marinhenses o encerramento de várias escolas de proximidade. A este respeito, importa também referir que a CDU quando assumiu responsabilidades nos pelouros da CMMG, o seu programa e as suas posições eram já conhecidas. Na Marinha Grande como no país, é sabido que a CDU sempre se tem batido pela defesa dos serviços públicos. Assim, aceitar o encerramento de escolas de proximidade na Marinha Grande em nome de um compromisso para a gestão da autarquia, seria romper o compromisso que a CDU, nas eleições como na vida, assume com as populações com o objectivo de contribuir para a resolução dos problemas, pela melhoria das suas condições de vida. 
A CDU não está isolada nesta luta. Ao Sr. Presidente Álvaro Pereira, que parece estar pouco ciente das posições que têm vindo a público por parte da comunidade escolar, recordamos:
1. Tomada de posição do Conselho Geral do Agrupamento de Escolas da Marinha Grande Nascente:
“O Conselho Geral do Agrupamento de Escolas da Marinha Grande Nascente vem manifestar a sua total e veemente discordância perante a decisão anunciada pela Câmara Municipal da Marinha Grande de avançar para a construção de um Centro Escolar com Jardim de Infância e 1º Ciclo (...) numa medida que implicará o encerramento das Escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico de Picassinos, Albergaria, Amieirinha, Pilado e Garcia e Pré-Escolar da Pedrulheira (…) Este Conselho Geral, sendo órgão máximo de gestão deste Agrupamento de Escolas, entende ter sido afastado de forma lamentável de uma decisão deveras importante para o futuro do mesmo” (Cf. JMG, 30.07.2015, p. 3).
2. Tomada de posição das Associações de Pais e Encarregados de Educação:
“Estas associações lamentam que todo este processo esteja a ser feito à revelia da comunidade educativa” (Cf. JMG, 30.07.2015, p. 5).
 
3. Petição pública contra o encerramento de escolas de proximidade na Marinha Grande:
“Os subscritores consideram inaceitável a pretensão do Senhor Presidente da Câmara de encerrar algumas escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico e Jardins de Infância, para construção de um Centro Escolar (…) a decisão de encerramento (...) sem auscultação dos envolvidos e sem ter em conta as dinâmicas e necessidades específicas de cada caso, só poderá ser tomada ao arrepio da lei (...) é uma opção política, de clara discriminação das crianças e das famílias que vivem e trabalham nas zonas em questão, violando claramente a Constituição da República Portuguesa, contribuindo para o isolamento das povoações” (Cf. JMG, 06.08.2015, p. 7).
O PS tem procurado escudar-se numa suposta preocupação com o bem-estar das nossas crianças, para justificar o encerramento de escolas e a construção do Centro Escolar. Para a CDU, reforçar as condições materiais e humanas nas nossas escolas é uma prioridade. Se assim não fosse, não teria feito parte da intervenção dos vereadores da CDU na CMMG o investimento na melhoria e modernização das nossas escolas. 
Só em 2014 foram investidos cerca de 500 mil euros na recuperação e aquisição de equipamentos para as escolas. Um valor diga-se, muito superior ao que foi canalizado para as escolas pelo PS nos quatro anos do mandato anterior. Se assim não fosse, não seria prioridade para a Junta de Freguesia da Marinha Grande (JFMG) da CDU, as obras levadas a cabo nas escolas da freguesia, muitas delas agora na iminência de serem encerradas. 
O que se reveste de grande desonestidade é a forma como o PS procura caracterizar a posição da CDU contra o encerramento das escolas, como um entrave ao desenvolvimento, negando às nossas crianças melhores condições de estudo e de vida. A CDU não está contra que se criem mais e melhores condições nas escolas. O trabalho dos nossos eleitos na CMMG e na JFMG é disso exemplo. 
Estamos convictos de que é possível, assim haja vontade política, continuar a munir as nossas escolas de mais e melhores condições para as nossas crianças sem que, para isso seja necessário encerrar escolas. Para a CDU, o argumento da modernização das escolas não pode anular os impactos sociais e familiares que uma decisão desta natureza acarreta. Somos frontalmente contra uma medida com consequências gravíssimas para as nossas crianças e seus agregados familiares. 
O Sr. Presidente da CMMG não conta com a CDU para implementar medidas que afastam as crianças dos seus lugares de residência e dos seus familiares. Ainda para mais, num contexto em que, felizmente para pais e crianças, as escolas de proximidade na Marinha Grande permitem hoje, uma relação privilegiada entre avós e netos, entre as crianças e os seus lugares.
Importa ainda afirmar que a CDU não se opõe à construção de centros escolares, sempre e quando, se trate de escolas sem condições materiais e humanas ou em avançado estado de degradação das suas infra-estruturas. Não é esse o caso das escolas que o Sr. Presidente pretende encerrar na Marinha Grande. 
E relembramos que após as eleições, a CDU assumiu responsabilidades em vários pelouros com autonomia de decisão política, financeira e de gestão de pessoal. No último ano, o Sr. Presidente parece ter rasgado o compromisso assumido, retirando aos vereadores da CDU as mais elementares condições de trabalho no seio do executivo camarário. É por tudo isto, que a CDU e os seus vereadores na CMMG, Vítor Pereira e Alexandra Dengucho, assumem publicamente que não darão suporte à gestão do PS na CMMG e que devolveram ao Sr. Presidente os pelouros que lhes foram atribuidos, deixando de estar na CMMG como vereadores a tempo inteiro e a meio tempo.
Quando assumimos este compromisso para a gestão da CMMG tinhamos como único objectivo servir as populações, trabalhar para a melhoria das suas condições de vida e para o desenvolvimento de todo o concelho. Infelizmente, o PS está mais preocupado em defender interesses eleitorais e partidários que em construir soluções com base no compromisso assumido com a CDU e com os interesses dos marinhenses.
Estamos conscientes de que tudo fizemos para demover o Sr. Presidente deste projecto desastroso. Ao longo deste processo, apelamos por diversas vezes que, em consciência, considerasse a opinião das Associações de pais e encarregados de educação, dos professores, das populações dos lugares, que respeitasse o compromisso firmado com a CDU para a gestão da CMMG e que recuasse na sua intenção de encerrar escolas de proximidade.
Enquanto vereadores sem pelouros tudo faremos, ao lado dos marinhenses, para impedir o encerramento de escolas. Continuaremos a trabalhar com as populações na defesa dos seus direitos e aspirações, por uma vida melhor! Pela nossa terra!
 
Marinha Grande, 18 de Agosto de 2015
 
Os vereadores da CDU na CMMG
A Comissão Concelhia da Marinha Grande do PCP

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